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Goiânia

Suspeita de matar e incendiar corpo de pedreiro deve chegar em Niquelândia a qualquer momento

Natieli Santana Freitas, de 24 anos, foi presa na tarde da terça-feira/30 por uma equipe do Serviço de Inteligência da Polícia Militar/PM em Goiânia e ficou detida até a manha desta quarta-feira/31 numa cela da DEIC, também na capital: policiais do Genarc/Niquelândia foram buscar a foragida, que será ouvida pelo delegado Cássio Arantes

Principal suspeita de ter matado e ateado fogo no corpo do pedreiro Rogério Pereira dos Anjos na madrugada do dia 7 de setembro, a desocupada Natieli Santana Freitas, de 24 anos, está sendo trazida nesta quarta-feira (31) de Goiânia para Niquelândia por uma equipe do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) da cidade do Norte do Estado.

Ela estava detida provisoriamente numa cela da Delegacia de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil da capital desde o final da tarde da terça-feira (30) após o cumprimento do mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário de Niquelândia.

Foragida desde o dia 8 de setembro, a jovem foi capturada às 17h01 de ontem por uma equipe do Serviço de Inteligência da Polícia Militar (PM) da capital, assim que foi encerrado o prazo de 48 horas da Justiça Eleitoral para impedimento de prisões após o segundo turno das eleições presidenciais no domingo (28).

Como se sabe, o corpo do pedreiro foi encontrado carbonizado no dia 11 de setembro às margens da GO-237 (Niquelândia/Uruaçu), a 300 metros do acesso à estrada para o Povoado Indaianópolis. A identificação do cadáver só foi possível por exame da arcada dentária feito no IML de Uruaçu.

Investigações realizadas pelo delegado Cássio Arantes do Nascimento culminaram inicialmente com as prisões de Anailiza Santana (de 46 anos, mãe da jovem agora presa) e de   Domithi Lopes da Costa, de 38, padrasto de Natieli) no último dia 18 de outubro.

Naquele mesmo dia, a autoridade policial relatou à imprensa local que o celular de Natieli foi encontrado junto aos restos mortais do pedreiro.

Com autorização do juiz Jesus Rodrigues Camargos, o conteúdo do aparelho foi verificado pela Polícia Civil; e descobriu-se que havia fotos do cadáver de Rogério antes do mesmo ser queimado; e também fotos da filha da desocupada, que é menor de idade.

Na apuração do caso, a Polícia Civil detalhou que o pedreiro foi atraído para a morte pois circulou por dois bares de Niquelândia ostentando maços de dinheiro – cerca de R$ 5.000,00 – estando completamente embriagado.

Procurado pelo Portal Excelência Notícias, o delegado de Niquelândia optou pela cautela e disse que só irá se manifestar novamente sobre o caso após tomar o depoimento formal de Natieli – que poderá ser ouvida ainda hoje ou nesta quinta-feira (01/11) – para esclarecer questões ainda obscuras para a PC sobre onde Rogério foi morto antes do corpo ser queimado; e se outras pessoas a ajudaram  ou não a perpetrar o bárbaro crime.

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