Niquelândia

Projeto Essência do Cerrado atenderá menores infratores e vulneráveis

O cultivo será feito sem uso de agrotóxicos e adubos químicos

Aproximadamente 40 jovens entre 13 e 17 anos em conflito com a Lei ou em situação de vulnerabilidade social participarão do Projeto Essência do Cerrado implantado em Niquelândia. O objetivo é promover a ressocialização, elevar a qualidade de vida e promover a preservação ambiental.

O Instituto Tiradentes é o mentor do projeto e entrará com a parte de professores, mão-de-obra, insumos e conta com a parceria do Ministério Público que vai indicar os menores em conflito com a Lei, o Poder Judiciário que cedeu um espaço de um hectare no fundo do Fórum, a secretaria de Assistência Social que vai auxiliar com psicólogo e transporte.

Público prestigia a implantação do projeto (Foto: Elaine Alves)
Público prestigia a implantação do projeto (Foto: Elaine Alves)

“Uma parte dos alimentos serão destinados às famílias dos menores que se encontram em vulnerabilidade alimentar, outra parte para a merenda escolar e também será vendido para a Rede Smart Supermercados e o valor repassado para o aluno, desde que seja feita a mesma tecnologia da Escola Agrícola do Sítio Bagagem Orgânica”, explicou o professor Manoel Júnior, idealizador do projeto.

O Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e Adolescentes – CMDCA é o financiador do projeto que também conta com a parceria da Emater, Servi-flora e Conselho da Comunidade de Niquelândia e o cultivo será feito sem uso de agrotóxicos e adubos químicos.

Parceiros na ressocialização e qualidade de vida de menores vulneráveis (Foto: Elaine Alves)
Parceiros na ressocialização e qualidade de vida de menores vulneráveis (Foto: Elaine Alves)

A primeira-dama e secretária Municipal de Assistência Social, Juliana Campos, falou destacou a importância do projeto para a comunidade e as parcerias firmadas em prol desses menores e suas famílias, colocando-se a disposição no que for necessário para a manutenção do mesmo.

“O projeto busca a ressocialização, gerando empolgação e melhorando o comportamento dos socioeducandos porque eles se sentem produtivos, sem falar no suporte à alimentação das famílias atendidas”, finalizou Juliana.

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